Contagem de todas as pessoas (nacionais ou estrangeiras) que têm a sua residência habitual no país a 1 de janeiro de cada ano.
Assentam no conceito censitário de população residente e são calculadas por sexo e idade, até ao nível de desagregação geográfica de município. O seu cálculo faz-se com base nas componentes demográficas natural e migratória, tendo por base informação de outras operações estatísticas: nados-vivos, óbitos, estimativas da emigração e da imigração.
Gráfico que ilustra a estrutura da população por idade e sexo. Permite ver rapidamente se uma população é "jovem" (base larga) ou "envelhecida" (topo largo).
Número médio de anos que se espera que um recém-nascido viva, caso as taxas de mortalidade registadas no momento do seu nascimento se mantenham iguais ao longo da sua vida.
Para o Eurostat, é qualquer pessoa que mude a sua residência habitual de outro país para Portugal por um período que seja, ou se espere que seja, de pelo menos 12 meses.
Refere-se à forma como as pessoas se organizam em casa. Foca-se em "agregados privados", ou seja, famílias ou pessoas a viver sozinhas, excluindo quem vive em instituições (como lares ou quartéis).
Para o Eurostat, na caracterização dos agregados familiares, são consideradas "crianças” todos os indivíduos com menos de 18 anos e vivam com, pelo menos, um dos pais.
É o rácio entre o número de idosos (população residente com 65 ou mais anos) e o número de jovens (população residente com menos de 15 anos).
É o rácio entre o número de pessoas em idade ativa (população residente entre 15 e 64 anos) e o número de idosos (população residente com 65 ou mais anos).
É a remuneração média anual de um trabalhador a tempo inteiro. O valor é "ajustado" pelo Eurostat para permitir uma comparação direta e justa entre os diferentes salários e custos de vida de todos os países da União Europeia.
É o valor que divide a população exatamente ao meio: 50% ganha mais e 50% ganha menos que este valor. O "adulto equivalente" é uma técnica que dá pesos diferentes a adultos e crianças para podermos comparar, de forma justa, o rendimento de uma pessoa sozinha com o de uma família numerosa.
É cabaz utilizado no indicador oficial para medir a inflação. Representa um "cesto" virtual com os produtos e serviços que as famílias mais compram. É "harmonizado" porque segue as mesmas regras em toda a Europa, garantindo que a subida de preços medida em Portugal é comparável à de outros países.
Mede a variação do preço das casas ao longo do tempo. Por ser "deflacionado", ele mostra se o preço das casas está a subir mais (ou menos) depressa do que o custo de vida geral da população.
É a percentagem do rendimento disponível das famílias que não é gasta em consumo imediato, sendo guardada para o futuro.
É o valor acrescentado total de todos os bens e serviços produzidos no país num determinado período. É a medida padrão para saber se a economia nacional está a crescer ou a encolher.
Indica o valor económico que cada trabalhador gera, em média. Ajuda a perceber a eficiência da economia nacional.
É a diferença entre o valor do que o país exporta (vende ao exterior) e o que importa (compra ao exterior). Se exportamos mais do que importamos, a balança é positiva.
O montante total que o Estado e as administrações públicas gastam para garantir serviços como proteção social, saúde, educação, segurança e funcionamento das instituições.
O valor total que o Estado deve a terceiros. Representa o acumular de empréstimos feitos ao longo do tempo para financiar despesas que não foram cobertas pelas receitas (como os impostos).
Mostra as diferentes fontes que compõem o consumo do país. Exemplos: Combustíveis fósseis sólidos (carvão), gás natural, petróleo e produtos petrolíferos (gasolina, gasóleo), energia nuclear e as várias fontes renováveis.
Energia que provém de fontes que não se esgotam, como o sol, o vento, a água ou a biomassa. Os principais tipos são: Energia Solar (fotovoltaica e térmica), Energia Eólica (vento), Energia Hídrica (barragens e rios), Geotermia (calor da terra) e Biocombustíveis sólidos (como a biomassa e lenha).
A quantidade de gases (como o $CO_2$) libertada pelas atividades humanas que retêm calor na atmosfera. O Eurostat contabiliza estas emissões por setores (ex: transportes, indústria).
Mostra em que medida um país precisa de importar energia para satisfazer as suas necessidades. Quanto maior o valor, mais o país depende de fontes externas.
A percentagem de resíduos municipais (o lixo do dia a dia) que é efetivamente reciclada ou transformada em adubo (compostagem), em vez de ir para o aterro.
Mede a "circularidade" da economia, ou seja, que parte de todos os materiais que usamos no país provém de resíduos reciclados, poupando a extração de novos recursos naturais.
N.D. – Não disponível